A saga do acordo coletivo

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Passados dois meses do final das negociações e da realização das nossas assembleias, no dia 07 de julho, voltamos ao Sindicato Patronal para buscar a finalização das conversas e assinar a Convenção Coletiva de 2017.

Após as seis rodadas de negociação e acordos construídos nas mesas e aprovados em assembleia, o patronal tenta impor "contrabandos" para assinar a convenção. Não vamos aceitar.

As cláusulas de desacordo são o banco de horas e a compensação de horário no caso de "feriado ponte" nas instituições. 

Lamentamos que se crie esse tipo de impasse, criado pelo patronal, após encerradas as negociações. Não vamos aceitar o que não foi negociado, essa é a nossa postura.

Na reunião do dia 07/07 com o SINEPE (sindicato patronal) acertamos a redação da cláusula do banco de horas com alteração pontual na questão relativa a necessidade de realização de reunião para implantação do sistema de banco de horas, passando a não ser mais necessária a reunião anual após a implantação. O restante da regulamentação da cláusula não altera.

Quanto a questão da compensação em relação ao feriado ponte, buscamos construir um entendimento, mas o patronal levará para a assembleia deles. Propõem mexer na nossa cláusula do feriado escolar e  isso, não foi o que foi negociado e por esse motivo, também não aceitamos os termos que eles estão propondo.

Esperamos que prevaleça o bom senso e a construção da mesa de negociação e possamos assinar as convenções coletivas nos próximos dias.

Foto: Ascom Sinpro/RS

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