“Eleição sem Lula é fraude”, aponta 15ª Plenária Estadual da CUT-RS

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Por unanimidade, a 15ª Plenária Estadual/Congresso Extraordinário da CUT-RS aprovou, na tarde sábado (15), a resolução “Eleição sem Lula é fraude”, que denuncia a condenação sem provas do ex-presidente pelo juiz Sérgio Moro.

Para o total de 223 delegados e delegadas, que participaram do evento, a sentença “é uma tentativa de impedir Lula de concorrer e se concretizar um novo governo, que abra o caminho com a devolução dos direitos trabalhistas roubados, a retomada para a nação do controle das suas riquezas entregues às multinacionais, como o Pré-Sal, e colocar abaixo a famigerada PEC do teto dos gastos, que começa a colapsar os serviços públicos”.

“A CUT se engaja na campanha contra a condenação sem provas do ex-presidente Lula pelo juiz Moro, integrando a ampla frente que foi criada para desenvolvê-la, nela também focando o combate às contrarreformas promovidas pelos golpistas”, aponta a resolução.

Para o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo, “a resolução aprovada é uma resposta dos trabalhadores e das trabalhadoras do RS à perseguição das elites e do capital financeiro para afastar o ex-presidente Lula das próximas eleições e barrar a volta do projeto de inclusão social, desenvolvimento econômico, distribuição de renda e soberania nacional”.

“Condenar Lula sem provas para impedi-lo de concorrer é fraudar o processo eleitoral e representa mais um golpe contra a democracia e o povo brasileiro”, ressalta Claudir.

A 15ª Plenária Estadual foi realizada no Teatro Dante Barone, na Assembleia Legislativa, no centro de Porto Alegre.

Leia a íntegra da resolução aprovada:

“Eleição sem Lula é fraude!

Os delegados e as delegadas da 15ª Plenária Estadual/Congresso Extraordinário da CUT/RS reafirmam a nota aprovada pela Executiva Nacional em 13 de julho: “A CUT considera que não é mera coincidência que esse golpe contra os nossos direitos tenha sido dado em 11 de julho e que, no dia seguinte, o ex-presidente Lula tenha sido condenado pelo juiz de 1ª instância Sérgio Moro, sem qualquer prova material, a nove anos e meio de prisão”.

A aprovação da reforma trabalhista no Senado, que chegou a ficar às escuras a mando de seu presidente, por 50 senadores, representantes de interesses patronais, foi para preservar o lucro empresarial. A contrarreforma trabalhista é um ataque brutal aos mais elementares direitos da classe trabalhadora.

No dia seguinte, mais um passo da ofensiva: através do Judiciário, acontece a tentativa de impedir Lula de concorrer e se concretizar um novo governo, que abra o caminho com a devolução dos direitos trabalhistas roubados, a retomada para a nação do controle das suas riquezas entregues às multinacionais, como o Pré-Sal, e colocar abaixo a famigerada PEC do teto dos gastos, que começa a colapsar os serviços públicos.

Por isso mesmo, a CUT se engaja na campanha contra a condenação sem provas do ex-presidente Lula pelo juiz Moro, integrando a ampla frente que foi criada para desenvolvê-la, nela também focando o combate às contrarreformas promovidas pelos golpistas.”

Fonte: CUT-RS

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