FeteeSul presente no dia Dia do Basta, ato que reune trabalhadores por um futuro de esperança para o Brasil

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Milhares de trabalhadores e trabalhadoras tomaram as ruas de diversas cidades brasileiras para o DiaDoBasta, num dia de luta e manifestações contra as políticas do governo ilegítimo de Michel Temer, que têm trazido desemprego, retirada de direitos, aumento do gás de cozinha e combustíveis, privatizações, entrega da soberania nacional e outros prejuízos ao povo brasileiro, como a perseguição ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em Porto Alegre não é diferente. O Dia Nacional de Mobilização foi convocado pela CUT-RS, centrais sindicais, movimentos sociais, federações, dentre as quais a FeteeSul, que soma seus gritos de basta trazendo a voz dos educadores e trabalhadores da educação privada do RS e SC. A manifestação percorreu as ruas da capital, dialogando com a população, passando por pontos como o Palácio Piratini e o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS).

"É um grande dia para a classe trabalhadora", afirma Amarildo Censi, da diretoria da FeteeSul. Ainda segundo ele, "o dia é de manifestação no sentido positivo, na lógica de que nós precisamos construir alternativas no curto prazo. Nesse momento, temos que definir essa eleição para correr, escorraçar os golpistas. Temos que eleger representantes da classe trabalhadora para que sejam revogadas todas aquelas leis e reformas que nos prejudicam, como a trabalhista e a Emenda 95. Só assim vamos repor aos trabalhadores mais vulneráveis os direitos sociais e as políticas públicas que tão bem faziam ao povo brasileiro, no sentido de emprego, renda e direitos".

"Uma quadrilha tomou o poder, tirou a Dilma dizendo que era pra melhorar o Brasil. Fizeram a reforma trabalhista, que acabou com o emprego decente. Passaram a conversa com a emenda 95, que tirou dinheiro da saúde e da educação. Mas o dinheiro dos banqueiros ficou intacto", enfatiza Claudir Nespolo, presidente licenciado da CUT-RS. "O Dia do Basta está denunciando a gravidade desta situação. Vamos usar o nosso voto como uma arma para recuperar a esperança no futuro. Venham com a gente porque hoje a gente denuncia, mas amanhã a gente vai votar. E trabalhador vota em trabalhador", conclui.


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